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domingo, 28 de abril de 2013

Unicornios - sim eles existiram.




A Lenda

O lenda do Unicórnio é muito antiga e está presente em todo o mundo. Teve grande popularidade na Europa e China.

O unicórnio foi citado na literatura pela primeira vez pelo médico grego Ctesias, no ano 400 antes de Cristo. Ctesias nunca viu um unicórnio, mas fez seu relato com base nas histórias que escutou durante sua viagem à Persia. Segundo ele, o unicórnio teria um corpo semelhante ao de um cavalo, com pelos brancos, olhos azuis, um corno com a base branca, a ponta roxa e o meio preto.

A palavra Unicórnio vem das palavras do latim: "unus", que significa um e "cornu", que significa chifre.


Símbolo da pureza, esperança, amor, majestade, poder, honestidade, liberdade e de tudo que há de bom no ser humano. Sua descrição varia muito de cultura para cultura, mas a descrição mais usada é de que ele seria na cor branca, com cauda de leão, corpo de cavalo, pernas de antílope, com 1 chifre em espiral na testa, barba de cabra e olhos azuis.

O Unicórnio na Bíblia

O Unicórnio é mencionado na bíblia [Salmo 22:21], [Salmo 29:6] e [Salmo 92:10]. Alguns acreditam que tenha sido mencionado na bíblia erroneamente, resultado da má tradução do hebraico, por este motivo, muitas bíblias são encontradas modificadas utilizado palavras como "boi selvagem" no lugar.

Hábitos

O Unicórnio é um ser selvagem e domesticável apenas por uma donzela de coração puro. É rápido, forte e habita jardins sem lugar específico. Seus alimentos favoritos são frutas, grãos maduros, água corrente e folhas tenras de árvores. A duração do Unicórnio na Terra é muito maior que o do Homem.

O Chifre

É um talismã de grande poder e virtude e só pode ser ativado através do Unicórnio. Sua luz diminuirá até se extinguir quando nas mãos de outro. No Chifre reside toda a história e pensamentos do Unicórnio. Muitos acreditam que ele tem poder de cura e que é ser um antídoto para veneno. A forma dele é em espiral: os dois meios, ou flautas, são unidos um ao outro. Em horas de perigo ou de concentração prolongada o Chifre pode apresentar brilho ou esplendor suave. Segundo a crença popular, para a proteção do unicórnio, não podemos ver seu chifre, com isso, o Unicórnio é confundido com um simples cavalo.

A Consteleção de Unicórnio (Monoceros)

Fica situada sobre o equador e suas principais estrelas são: a Mon: alpha Mon ou alpha Monocerotis, b Mon: beta Mon ou beta Monocerotis, d Mon: delta Mon ou delta Monocerotis, e Mon: epsilon Mon ou epsilon Monocerotis e S Mon ou S Monocerotis. Abreviação: Mon. Posição aproximada: 7 R.A. (horas) e -8 DEC. (graus). Sua descoberta foi atribuida ao astrônomo e matemático Jakob Bartsch(1600-1633), da Alemanha, porém, existem relatos anteriores desta constelação.Velhas conhecidas pela fabricação de verdades históricas, as ditaduras comunistas sempre foram prolíficas na invenção de mitos que pudessem engrandecer suas ideologias e ditadores. O esquizoide governo norte-coreano, que nunca fugiu a essa regra, conseguiu se superar neste fim de semana. Em nova tentativa de mitificar uma pretensa superioridade do povo norte-coreano, a agência estatal da Coreia do Norte, KCNA, anunciou a comprovação da existência de unicórnios. A notícia, anunciada na sexta-feira no país, foi assinada pelo Instituto de História da Academia de Ciências Sociais DPRK.

A prova da existência desses animais míticos, uma espécie de cavalo Tufão com um corno único na testa, seria a Toca do Unicórnio do Rei Tongmyong, fundador do Reino Koryo (918-1392), que teria sido achada por aqueológos norte-coreanos. Coincidentemente, a tal toca estaria localizada no subsolo do templo Yongmyong, exatamente na capital norte-coreana, Pyongyang. A lenda sobre a existência da toca sequer é nova. Na frente do templo existe uma pedra entalhada com as palavras “Toca do Unicórnio”, que os arqueólogos acreditam datar do período do Reino Koryo.

A caixa de Jinx


A caixa de Jinx
Uma pequena caixa, na qual haviam duas mechas de cabelo, uma laje de granito com inscrições, uma taça, duas moedas, um castiçal e supostamente um espírito ídiche aprisionado, essa é a peça está envolta em um enorme mistério.
Tudo começou em plena a Segunda Guerra Mundial, quando um homem fugiu de um campo de concentração nazista, a partir daí ele foi para Espanha, onde comprou a caixa, que depois ficou de herança para sua neta. Muitos anos depois, em 2003 ela estava à venda e um homem chamado Kevin Mannis a comprou, recebendo o aviso para não abrir a caixa e nem tentar devolvê-la.
Com toda a curiosidade, Kevin abriu a caixa e encontrou diversas coisas do folclore judeu, mais especificamente objetos que normalmente são usadas para exorcizar demônios segundo aquela cultura. Após isso, diversas coisas estranhas começaram a acontecer, primeiro Kevin começou a ter pesadelos diários, assim como todas as pessoas que dormiam na sua casa. Sem ligar a caixa aos estranhos sonhos, ele a deu para sua mãe, uma admiradora de objetos antigos, no mesmo dia ela teve um derrame.
Depois disso, a caixa foi parar nas mãos de um estudante chamado Iosif Neitzke, que começou a sofrer de dores de cabeças e perder cabelo, até as luzes de sua casa estouravam sem explicação. Em pouco tempo ele resolveu se livrar da caixa a vendendo no Ebay (link da venda pode se vistoclicando aqui). Rapidamente Jason Haxton, um diretor de museu se interessou e comprou a caixa.
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Logo que a colocou em casa, coisas estranhas começaram a acontecer: todo mundo que ia lá reclamava que estava frio, mesmo com o aquecedor ligado, e o local onde a caixa ficava sempre fedia a urina de gato, não importando quantas vezes o lugar fosse limpo.
Em pouco tempo Haxon estava doente, tendo urticária, tosses com sangue e outros problemas. Não sabendo mais o que fazer, ele iniciou uma investigação para encontrar a origem da caixa e se realmente havia um demônio preso nela. Depois de muitas pesquisas ele chegou a resposta, aparentemente a caixa havia sido usada por um rabino nos anos 40 para aprisionar demônios, que seriam usados contra nazistas na guerra, mas a caixa jamais cumpriu sua tarefa.


Sabendo o que havia nela, Haxon pediu ajuda a rabinos que o ajudaram numa espécie de exorcização que prendeu o demônio novamente na caixa. Ninguém sabe onde ela esta hoje em dia e Haxon prometeu levar o segredo para o túmulo, não querendo que alguém a abra novamente e libere o demônio outra vez.
A história ficou tão famosa que até mesmo o famoso jornal LA Times fez uma matéria sobre ela, que você pode conferir nesse link: A jinx in a box?
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Seria isso apenas mais um mito da internet ou um demônio realmente estava preso na misteriosa caixa? Esse é mais um mistério, sem reposta.